domingo, 28 de abril de 2013


9° ANO  (8° Série)  Cap. II  A Revolução Russa (p.21-p.32)

1.      Antes da Revolução (p.22-p.24)

A Rússia no início do séc. XX era predominantemente agrícola, com um governo sustentado pelos grandes latifundiários. A maior parte da população vivia em extrema pobreza. Eram poucas as indústrias nas grandes cidades, e estas indústrias não melhoravam a vida dos operários. Nesta época ideias socialistas e anarquistas começaram então a se difundir entre os trabalhadores.

2.      A Revolução de Fevereiro (p.24)

Quando a Rússia entrou na 1° Guerra Mundial, o sofrimento da população aumentou mais ainda, a escassez de alimentos provocou um série de greves. Uma multidão saiu às ruas e o czar abdicou do trono. Um governo provisório foi formado, sendo tal governo dominado pelos burgueses. Este governo decidiu continuar na Guerra, mas os trabalhadores não queriam mais continuar na Guerra.

3.      Todo o poder aos sovietes! (p.24-p.25)

Em 1917, Vladimir Lenin, volta do exílo e proclama: Todo o Poder aos Sovietes! Esta declaração significava que os conselhos de operários, camponeses e marinheiros deveriam derrubar o governo e assumir o poder na Rússia.

4.      A Revolução de Outubro (p.26-p.27)

Em outubro de 1917 Leon Trotski, presidente do soviete de Petrogrado forma a Guarda Vermelha (milícia operária), assumi pontos estratégicos e toma o palácio do governo. Kerenski (o chefe do governo provisório burguês) é abandoando por suas tropas e foge. Após a tomada de Petrogrado, todos os sovietes da Rússia se reúnem em um Congresso, e confiam o poder a Lenin.

4.1  As primeiras medidas de Lenin foram:

a)      Confisco das grandes propriedades rurais;

b)      Controle das fabricas pelos trabalhadores;

c)      Nacionalização dos bancos e investimentos estrangeiros.

5.      Trotski e o Exército Vermelho (p.27)

Com a chegada dos sovietes ao poder, os grandes proprietários, os grandes banqueiros e os grandes empresários organizaram um exército (o Exército Branco) para enfrentar a Revolução.

Os revolucionários organizaram também um exército (o Exército Vermelho)

Que foi confiado a Trotski. Teve inicio a guerra civil, que foi de 1918 até 1921. Após três anos de guerra, o Exército Vermelho havia vencido. A Revolução aparentemente tinha triunfado

6.      A União Soviética (p.29-p.30)

Durante a guerra civil várias regiões se separaram da Rússia. Após o término da guerra civil, estas regiões foram novamente anexadas e formaram a União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS).

Lenin morre em 1924. Stalin (que defendia o socialismo em um só país) assume o poder e expulsa Trotski (que defendia a revolução permanente, ou seja, que devia ocorrer em todo o mundo, que a revolução não tinha condições de ocorrer em um só país).

No exílio Trotski é assassinado por agentes russos a mando de Stalin. Todos os dirigentes bolcheviques que lideraram a Revolução foram mortos a mando de Stalin

8° ANO (7° Série) Cap. II O ouro das Gerais (p.22-p.34)

1.      Enfim, ouro! (p.23)

1.1  Decadência da produção do açúcar no Nordeste após a expulsão dos holandeses.

1.2  Descoberta de ouro no final do século XVIII na região de M.G pelos bandeirantes paulistas.

2.      As casas de fundição (p.24)

2.1  A Coroa portuguesa cobra altos impostos sobre a extração do ouro.

2.2   A produção de ouro começa a diminuir a partir do final do século XVIII.

2.3  O governo português invade as casas e confisca os bens de quem não consegue pagar os impostos, este procedimento foi chamado de a derrama.

3.      Grandes e pequenos exploradores (p.24-p.25)

3.1  Os pequenos garimpeiros eram homes livres que trabalhavam por conta própria.

3.2  Os grandes mineradores eram homens ricos que possuíam muitos escravos que trabalhavam em suas minas.

4.      A sociedade mineira (p.26)

4.1  Havia mais vilas e cidades do que na região produtora de açúcar (NE). Também aumentou o número de profissões diferentes quando se compara com a região do NE. Mas a relação social predominante continuou a ser igual a do NE, ou seja, senhores e escravos.

5.       Riqueza e miséria (p.26-p.27)

5.1  Toda a população das regiões das Minas se se preocupava em produzir ouro. Isto fez com que faltassem alimentos e a fome era constante, tanto para os pobres e escravos como também para os ricos. Os alimentos vinham de regiões como o NE, o Sul. A falta de alimentos gerou a inflação.

6.      Consequência da exploração do ouro (p.27-p.28)

6.1  O centro econômico do Brasil sai do NE e se desloca para o Sudeste.

6.2  O aumento da população da colônia.

6.3  O surgimento de inúmeras cidades.

6.4  A diversificação das profissões.

6.5  O aumento do comércio entre as regiões.

7.      A Inglaterra e o ouro brasileiro (p.28-p.29)

7.1  O ouro do Brasil ia para Portugal, os portugueses compravam muitos produtos manufaturados dos ingleses, Portugal pagava com o ouro do Brasil. Deste modo o ouro do Brasil financiou a industrialização dos ingleses.

8.      A vida cultural na região das minas (p.28)

8.1  Os ricos mineradores mandavam seus filhos estudarem na Europa. Quando eles voltavam, muitos vinham com as ideias iluministas e culturais então em moda na Europa.

9.      Um gênio chamado Aleijadinho (p.29-p.30)

9.1  O maior artista desta época foi Antônio Francisco Lisboa, o Aleijadinho. Viveu em Vila Rica (MG). Foi o maior representante do estilo barroco no Brasil.

 

 


7° Ano Resumo dos capítulos: I,II,II,IV e V.

 1. A Idade Média pode ser definida como o período compreendido entre a queda do Império Romano do Ocidente, em 476 no séc. V (Cap. I. p.11, 3°§), e a queda de Constantinopla, capital do Império Bizantino no séc. XV (Cap. I. p.12).

2. A Idade Média é dividida em dois períodos. O primeiro período é o da Alta Idade Média, compreendido entre os séculos V ao XI, e o segundo é o da Baixa Idade Média, ocorrido entre os séculos XII ao XV (Cap. I. p.12).

3. A Alta Idade Média, iniciada com a queda do Império Romano do Ocidente, em decorrência das invasões dos povos bárbaros, foi marcada pelo processo de ruralização da sociedade europeia. Fugindo dos ataques bárbaros, os povos do Império Romano que viviam nas cidades passaram a se dirigir para o campo, como forma de se protegerem dos ataques. Com os ataques e a permanência dos bárbaros nos territórios conquistados, aos poucos foi surgindo uma nova formação social, resultando da mistura das instituições romanas e germânicas (resumo do Cap. I).

4. Foi no período da alta Idade Média que se formaram os reinos bárbaros, como o Reino dos Francos (Cap. II, p.21), que após um processo de unificação de algumas regiões deu origem ao Império Carolíngio (p.22).

5. Foi também na Alta Idade Média que a Igreja Católica passou a ter a supremacia religiosa e cultural do continente, transformando-se na grande instituição dominante do período, já que também possuía grandes quantidades de terras (Cap. II, p.28)

6. No aspecto da organização econômica e social, foi na Alta Idade Média que se consolidou o feudalismo enquanto sistema de produção (Cap. I, p.13, 1°§). As relações de servidão entre senhores e camponeses, e as relações de suserania e vassalagem entre distintos senhores feudais (Cap. I, p.13, 2°§) fortaleceram-se nesse longo período da história europeia.

7. A Baixa Idade Média foi o período em que se iniciou a desintegração do mundo feudal europeu. As cruzadas foram as tentativas dos europeus de conquistarem a “Terra Santa” (no Oriente) (Cap. V, p. 48). As consequências das cruzadas (Cap. IV, p.52) no âmbito comercial proporcionaram um renascimento do comércio com o Oriente a partir do século XII.

8. A Idade Média chegou a ser chamada pelos pensadores do Renascimento (Cap. VIII, p.75, 1°§ e 2 °§)  de Idade das Trevas, devido ao suposto desaparecimento da cultura greco-romana efetuado pelas invasões bárbaras e o domínio da Igreja. Para esses pensadores, a dominação religiosa havia deixado na escuridão os conhecimentos antigos. Essa perspectiva não corresponde ao que realmente aconteceu, já que os conhecimentos antigos foram mantidos, pois caso contrário esses pensadores não saberiam da existência do conhecimento produzido por gregos e romanos.

3° Ano Resumo

(Cap.II) Brasil República no ritmo das mudanças (p.28 –p.50)

 

1.      Mundo Urbano (p.29-p.32)

1.1  Projeto modernizador: construção de inúmeros edifícios públicos e abertura de imensas avenidas na capital do Brasil (RJ).

Intenção: modernizar a cidade.

Consequência: população pobre expulsa de suas casas vai morar nos morros, surgem as favelas.

1.2  A revolta da Vacina (p.31): população do RJ se revolta contra a obrigatoriedade da vacinação contra a varíola, por causa da forma autoritária do governo.

            Intenção: combater a epidemia.

            Consequência: revolta popular, repressão policial violenta.

 

2.      “Revoltas do Povo” (p.32-p.37)

2.1  Padre Cícero (p.33): se envolveu com a política oligárquica (CE). Muitos fiéis católicos o seguiam apesar de ter sido excomungado em 1916 (fenômeno milenarista).

2.2  Canudos (p.34-35): seu líder máximo foi Antônio Conselheiro, ocorreu no interior da BA. Eram monarquistas. Derrotados apenas na 4° expedição militar composta por 10.000 homens (não foi fenômeno milenarista nem  messiânico).

2.3  Contestado (p.36): seu líder máximo foi José Maria, ocorreu na região do Contestado (divisa de SC e PR). Milhares de pessoas que perderam suas terras para a construção da ferrovia que ligaria SP ao RS se juntaram a José Maria. Eram monarquistas. O exército e policiais estaduais com o apoio de aviões foram enviados e mataram milhares de seguidores. (fenômeno milenarista e messiânico).

 

3.      Os trabalhadores e suas revoltas (p.37-p.41)

3.1  Anarquistas (p.39-40) : recusavam formar um partido político e participar das eleições. Se organizavam principalmente em sindicatos e associações de mutualismo. Defendiam o fim do capitalismo. Foram eles que lideraram as primeiras grandes greves em SP.

3.2  Socialistas (p.39): eram mais moderados que os anarquistas e participavam das eleições em partidos criados por eles.

3.3  Partido comunista (p.41): lideranças operárias inspiradas na Revolução Russa, fundaram o PCB e pretendiam seguir os passos dos bolcheviques.

 

4.      O movimento modernista (p.42-p.45)

4.1  Semana de Arte Moderna (p.42): ocorreu em 1922 em SP.

Síntese: começou a duvidar da superioridade da cultura europeia.

4.2  iniciou-se a mistura das culturas das elites com a cultura popular (p.44).

 

 

5.      Os críticos da República:

5.1  Por influências da Revolução Russa e da Primeira Guerra Mundial, muitos grupos começaram a questionar a processo eleitoral fraudulento no BR.

5.2  Setores de da baixa e média oficialidade do exercito formaram o movimento conhecido como tenentismo. Defendiam principalmente:

a)      Estado forte,

b)      Educação para o povo,

c)      Moralização da política,

d)      Voto secreto.

 

5.2.1        As principais revoltas do movimento tenentista foram:

.1922- Revolta do Forte de Copacabana (RJ)

. 1924- Tomada do poder na capital paulista (SP)

. Tomada de várias cidades no interior gaúcho, líder Carlos Prestes (RS)

.1925-  Formação da coluna Prestes-Miguel Costa através da união dos revoltosos paulistas e gaúchos, em 1927 receberam o exílio político na Bolívia. Prestes foi considerado um herói pelo povo e recebeu o nome de “Cavaleiro da Esperança”.

 

6.      A revolução de 1930

6.1  Em 1929 teve inicio as articulações para a sucessão presidencial. Seria a vez do presidente ser indicado pelas oligarquias mineiras, conforme a Política do Café-com-Leite.

6.2  Washington Luís indica para a sucessão Júlio Preste, ligado às oligarquias paulistas.

6.3  Parte das oligarquias mineiras se unem as oligarquias gaúchas e paraibanas, lançando o nome do gaúcho Getúlio Vargas como presidente e João Pessoa como vice.

6.4  O resultado das eleições em março de 1930 dá Júlio Prestes como vencedor.

6.5  João Pessoa é assassinado em julho de 1930, um crime que envolvia política local e razões passionais.

6.6  As oligarquias derrotadas aproveitam a morte de João Pessoa e deflagram uma revolução. Os militares temendo uma guerra civil depuseram o presidente Washington Luís e entregam o poder a Getúlio Vargas.

6.7  A revolução de 1930 sai vitoriosa e começa a Era Vargas.

1° ANO.  Cap. II A Ocupação da América (p.18-p.25)

1.       O Povoamento do continente (p.18-p.19)

Há duas teorias principais que se complementam e explicam o povoamento da América:

a)      Teoria que o povoamento começou há +/- 40 mil anos, através da passagem pelo estreito de Bering. A última glaciação fez baixar o nível do mar, unindo por terra Ásia e América;

b)      Teoria que ondas migratórias vieram entre 6000 mil e 3000 mil anos antes de Cristo atravessando o Pacífico vindo da Austrália e de arquipélagos do Pacífico.

A união destas duas teorias explica a origem de mais de 2000 mil línguas no continente.

 

2.       Descobertas arqueológicas (p.20)

As descobertas arqueológicas mostram que os inúmeros povos espalhados pelo continente não apresentavam o mesmo padrão de conhecimentos técnicos e cultura material.

 

3.       Sítios arqueológicos brasileiros (p.21-p.23)

A evidência mais antiga de vida humana no lugar hoje conhecido como Brasil, foi localizada no atual estado de M.G, com idade entre 11mil e 13mil anos.

4.       O mundo que os europeus encontraram (p.24-p.25)

A maioria dos pesquisadores estimam a população total da América antes da chegada dos europeus entre 50 e 70 milhões de habitantes. A população estava concentrada onde hoje fica o México (América Central) e nos atuais Peru, Bolívia e Equador (região andina central).  Nestas regiões se desenvolveram as grandes e complexas sociedades Pré-Colombianas:

a)      Astecas, Mais, etc.= região do México,

b)      Incas= região dos Andes.

 

2° Ano.                      Cap. II) A França Revolucionária (p.24-p.42)

1.      Do Absolutismo à Assembleia Constituinte (p.25-26):

A França vivia uma época de fome e miséria, o rei então propôs uma reforma tributária, mas a nobreza e o clero não aceitaram. O rei insistiu na reforma e então convocou os “Estado Gerais”, que era uma assembleia representativa das três ordens (estados) do reino.

1)      O começo da Revolução (p.26): Durante a assembleia dos Estados Gerais, o 1° e o 2° estado se uniram para impedir qualquer mudança que acabasse com seus privilégios. O 3° estado tinha propostas radicais, mas eles perdiam nos votos (o voto era por estado, não por pessoas), vendo que perderiam invadiram a sala onde os nobres estavam reunidos e declararam assembleia constituinte.

2.      O Antigo Regime espatifado (p.27-p.28)

a) A burguesia temendo a reação da aristocracia como também o levante popular, cria a Guarda Nacional e a confia ao Marques de La Faytte.

b) Os grupos populares deflagram sua própria revolução tanto nas cidades como nos campos.

c) A população de Paris invade a Bastilha (presídio símbolo do Absolutismo francês)

d) No campo, castelos são incendiados e muitos nobres fogem para outros reinos absolutistas (período chamado: Grande Medo).

e) A Assembleia Constituinte continuava reunida e aprovou várias leis:

*Aboliu os impostos senhoriais que pesava sobre os camponeses,

*Confiscou os bens da igreja,

*Aprovação da primeira Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão,

*O rei ficou submetido à Constituição

*1791 aprovação da constituição, ficou conhecida como a Primeira Constituição.

1)      Facções revolucionárias (p.28):

a)      O rei conspirava, a nobreza fugia, a Assembleia mantinha sua atividade,

b)      Na sala da Assembleia, os mais radicais se sentavam à esquerda (os jacobinos) do rei, os mais conservadores à direita (os girondinos) do rei, e no centro sentavam-se os moderados e indecisos,

c)      Entre os radicais destacaram-se Georges Danton, Jean-Pau Marat, Loias-Antonie Sant-Just, e Maximillin Robespierre.

 

3.      O Terror Jacobino (p.29-36)

A partir de 1791 o rei francês juntamente com outros monarcas europeus conspiram para deter a Revolução. O rei é preso pelos revolucionários e teve inicio o período conhecido como Convenção, onde os deputados foram eleitos por sufrágio universal. É proclamada a República e o rei é guilhotinado.

 

1)      Explode o radicalismo (p.31)

a)      Os jacobinos tomam o poder com o pretexto de deter os contrarrevolucionários. Fazem uma nova constituição, (chamada de Constituição do Ano II). Estabelecem o sufrágio universal masculino. Mas governam por decretos.

b)      Este período da Revolução é conhecido como O Terror. Robespierre é o grande nome jacobino deste período.

c)      A sensação era que a Revolução ultrapassava os limites, ao ceifar vidas em todos os grupos sociais e políticos, incluindo os jacobinos,

d)      Em 1794 tal liberdade dava sinais de esgotamento.

 

4.      Tempo de golpes (p.36-37)

a)      A Revolução na época da Convenção se radicaliza tanto que os próprios revolucionários prenderam Robespierre com outros radicais e os guilhotinaram. Em 1795 foi votada nova constituição bem menos radical.

b)      A partir de 1795 tem inicio uma serie de tentativas de golpes, tanto de partidários da monarquia, como também de revolucionários radicais.

c)      O golpe que conseguiu tomar o poder, foi liderado pelos burgueses e em 1799 o poder é entregue ao general Napoleão Bonaparte.

 

5.       A ascensão de Napoleão (p.38-p.40)

Napoleão convoca um plesbicito, no qual a maioria apoia a implementação de um império. O próprio Napoleão coloca a coroa na cabeça e se declara imperador.

A chamada Era Napoleônica significou internamente, a consolidação das conquistas da burguesia e do campesinato no processo revolucionário.

5.1 Napoleão espalha a Revolução (p.39)

Napoleão pretendia espalhar a revolução pela Europa, e através e uma sucessão de guerras destrona inúmeros monarcas. Decreta o bloqueio continental contra a Inglaterra (sua maior rival). Também invade Portugal (a família real foge para o Brasil). Mas a campanha militar contra a Rússia é desastrosa e bate em retirada.

 

6.      A derrota de Napoleão (p.40)

Quando Napoleão volta para Paris, a após a derrota na Rússia, sofre derrotas seguidas em outras frentes de batalhas. Em 1814 seus inimigos invadem Paris e Napoleão é obrigado a abdicar. A coroa da França vai para o irmão do rei guilhotinado (Luís XVIII). Napoleão tenta um em 1815, mas fica somente cem dias no poder. Sendo expulso por forças que apoiavam Luís XVIII, torna-se dos ingleses e morre em 1821 na ilha de Santa Helena, no Atlântico Sul.

6.1 O Congresso de Viena e a Santa Aliança (p.42) Este congresso elaborou um novo mapa na Europa buscando um equilíbrio entre as potencias europeias.


Cap. I.    O Século das Luzes  (p.10-p.20)

 

1.      O que foi o Iluminismo?

Foi um fenômeno que surgiu na Europa no séc. XVIII. Em síntese o Iluminismo defendia o uso do racionalismo (uso da razão) em oposição ao pensamento religioso dominante desde a Idade Média. (p.13)

2.      Racionalismo e Ciência:

O Iluminismo pôs a baixo as explicações que o Cristianismo oferecia sobre a natureza e a humanidade, estimulando a experiência científica em todas as áreas. As ideias iluministas foram decisivas para a onda revolucionária que varreu a Europa a partir de fins do séc. XVIII. (p.13, 10°§)

 

3.      O Iluminismo contra o Absolutismo:

Além de se chocar com a Igreja, os iluministas bateram de frente também com o Absolutismo e o Antigo Regime. (p.13, 1°§)

 

4.      O Despotismo Esclarecido:

No séc. XVIII em vários reinos europeus, os monarcas assimilaram parte das ideias iluministas e tentaram modernizar o Estado. Os monarcas buscavam libertar-se da influência religiosa e utilizar o governo para aumentar a riqueza da sociedade. (p.18, 2°§)

 

 

 

Conceitos:

 

a)      Iluminismo= Ilustração= Século das Luzes

 

b)      Antigo Regime= sociedade que celebrava a desigualdade, legalizando privilégios, no Antigo Regime a sociedade era dividida em três estados (ou ordens), 1° estado: clero; 2° estado: nobreza; 3° estado: povo. A sustentação do Antigo Regime era o Absolutismo

 

 

c)      Absolutismo= poder absoluto dos reis, com um exercito permanente, com um poder que controlava toda a economia e que se justificava na crença de que o poder do monarca vinha de Deus